Brendo Bernardino Barbosa, conhecido como BR, foi preso na manhã de quinta-feira em Inhaúma, no Rio de Janeiro. Ele é acusado de matar o idoso Andir José de Barros, de 74 anos, em um tribunal do tráfico. A execução aconteceu em 15 de outubro de 2023, após Andir ser falsamente acusado de pedofilia. O delegado Luis Otávio Franco de Oliveira informou que o idoso foi capturado na comunidade Coreia e agredido por Brendo e outros comparsas. A ordem para a execução veio de Fhillip da Silva Gregório, chefe do tráfico no Complexo do Alemão. Andir, que tinha Alzheimer avançado, foi levado para a Fazendinha, onde foi agredido novamente e submetido a um “julgamento” que resultou em sua morte. O corpo dele nunca foi encontrado. Brendo enfrenta acusações de homicídio e ocultação de cadáver. A Polícia Civil está trabalhando para acabar com esses tribunais do tráfico, que realizam execuções baseadas em rumores e interesses das facções criminosas, aumentando a violência e o medo nas comunidades.
Policiais da Delegacia Especializada em Armas, Munição e Explosivos (Desarme) prenderam, na manhã desta quinta-feira, em Inhaúma, na Zona Norte do Rio, Brendo Bernardino Barbosa, conhecido como BR. Ele é acusado de ser o executor da morte do idoso Andir José de Barros, de 74 anos, em um tribunal do tráfico.
A execução ocorreu em 15 de outubro de 2023, após Andir ser injustamente acusado de pedofilia. Segundo o delegado Luis Otávio Franco de Oliveira, titular da Desarme, o idoso foi rendido na comunidade Coreia, em Senador Camará, e espancado por Brendo e outros comparsas. A ordem para a execução partiu de Fhillip da Silva Gregório, conhecido como Professor, chefe do tráfico no Complexo do Alemão.
Andir, diagnosticado com Alzheimer em estágio avançado, foi levado para a Fazendinha, onde foi novamente agredido e submetido a um “julgamento” que culminou em sua morte. O corpo do idoso nunca foi encontrado. Brendo enfrenta acusações de homicídio e ocultação de cadáver.
A Polícia Civil tem intensificado ações para desmantelar esses tribunais paralelos, que promovem execuções sumárias baseadas em boatos e interesses das facções criminosas. A situação evidencia a crescente violência do tráfico de drogas no Rio de Janeiro, que tem gerado um clima de medo e insegurança nas comunidades.
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