- Romeu Zema, pré-candidato à Presidência pelo Novo, descartou a possibilidade de ser vice neste momento e pretende seguir com a campanha até o fim.
- Em Ribeirão Preto, ele afirmou que apoiará qualquer candidato da direita caso não vá para o segundo turno, e fará campanha contra o PT.
- Disse que participará ativamente do primeiro e do segundo turnos e que o PT é visto como freio ao desenvolvimento do Brasil.
- O anúncio de pré-candidatura ocorreu após ele renunciar ao governo de Minas Gerais no domingo, para se dedicar à trajetória presidencial iniciada em agosto do ano passado.
- A seis meses das eleições, ele disse estar com quatro a cinco por cento de intenções de voto e acredita em crescimento conforme percorre o país.
- As eleições estão marcadas para o dia quatro de outubro.
Romeu Zema, pré-candidato pelo Novo à Presidência em 2026, afirmou nesta quarta-feira que não pretende atuar como vice em uma chapa ainda neste momento. Em Ribeirão Preto (SP), ele reiterou que seguirá com a pré-candidatura até o fim e que pode apoiar candidatos de direita caso não chegue ao segundo turno.
Ao longo da declaração, Zema destacou que suas propostas são distintas e que pretende manter uma atuação ativa na campanha, independentemente de alianças. O ex-governador renunciou ao governo de Minas Gerais no último domingo para iniciar oficialmente a pré-campanha.
Na cidade onde seu bisavô se instalou após a imigração italiana, Zema ressaltou a importância de uma candidatura que, segundo ele, visa frear o que classifica como atraso econômico e social promovido pelo PT. Afirmou ainda que, se o segundo turno não for dele, apoiará opções da direita que estejam contra o PT.
Percepção pública e trajetória
Zema lembrou ter começado a trajetória política com pouca margem de votos, em 2018, quando disputou o governo de Minas. Disse que, com o tempo, vem ganhando apoio e acredita em crescimento expressivo à medida que percorre o Brasil.
Detalhes da eleição
As eleições de 2026 estão marcadas para 4 de outubro. Zema declarou que pretende apresentar suas propostas e as do partido com tranquilidade, mantendo foco na candidatura presidencial e no plano de governo anunciado ao longo da pré-campanha.
Contexto político
Segundo o ex-governador, sua estratégia envolve enfrentar o PT de forma contundente. Ele afirmou que fará oposição ao partido caso não avancem à união necessária para liderar o país, mantendo o tom crítico às propostas que, em sua visão, não promovem desenvolvimento.
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