- Eduardo Bolsonaro afirmou que o ministro Alexandre de Moraes determinou o bloqueio de suas contas e das contas de sua mulher, Heloísa Bolsonaro, alegando que a medida visa “asfixiar financeiramente” a família.
- A postagem ocorreu um dia após Moraes autorizar a Polícia Federal a usar provas do inquérito contra Eduardo em um processo administrativo disciplinar que pode resultar na demissão dele, e na decisão o compartilhamento foi considerado “razoável, adequado e pertinente”.
- Eduardo está autoexilado nos Estados Unidos há cerca de um ano; teve o mandato de deputado federal cassado em dezembro de 2025, foi determinado o retorno à função de escrivão pela PF em janeiro, não se apresentou e, em fevereiro, ele foi afastado preventivamente em Angra dos Reis (RJ) por indícios de abandono de cargo; há citação publicada em 16 de março para defesa.
- O ex-deputado disse não receber salário como escrivão e citou contratos da mulher do ministro Moraes, no valor de 129 milhões, estimando que seria necessário trabalhar por mais de 537 anos na PF para alcançar cifra semelhante.
- Moraes já havia bloqueado bens, contas e chaves Pix de Eduardo em julho de 2025, no âmbito de inquérito sobre supostas sanções americanas; não ficou claro se a publicação recente se refere a essa decisão ou a uma nova ordem.
Eduardo Bolsonaro afirma que Moraes bloqueou suas contas e as de sua mulher, atribuindo a medida a uma suposta estratégia para asfixiar financeiramente a família. Ele cita que a decisão compromete o sustento de filhos pequenos.
A publicação ocorreu um dia após Moraes autorizar a Polícia Federal a usar provas de um inquérito contra Eduardo em um processo disciplinar que pode resultar na demissão dele como escrivão. O ministro disse que o compartilhamento é adequado.
Eduardo está fora do Brasil, em autoexílio nos Estados Unidos, há cerca de um ano. Seu mandato de deputado foi cassado em dezembro de 2025 por excesso de faltas, e a PF determinou seu retorno em janeiro, mas ele não se apresentou. Em fevereiro, a corregedoria abriu processo por abandono de cargo.
A PF publicou edital em 16 de março abrindo prazo de defesa de Eduardo, com 15 dias para apresentação. O ex-deputado alegou que não recebe salário como escrivão e citou valores que, segundo ele, justificariam maior tempo de trabalho na PF.
No passado, Moraes já havia bloqueado bens e contas de Eduardo em julho de 2025, no âmbito de inquérito sobre alegações de sanções contra autoridades brasileiras promovidas nos EUA. Não ficou claro se há ligação com a nova postagem.
Eduardo é réu no STF por coação no curso do processo, acusado de atuar nos EUA para pressionar o Judiciário brasileiro. A defesa sustenta que a atuação caracteriza liberdade de expressão, não crime.
Entre na conversa da comunidade