- Tereza Cristina afirmou que a nota de apoio a Dias Toffoli, divulgada pela Federação União Progressista, não foi debatida nem contou com a anuência da bancada do PP no Senado.
- A nota, assinada por cinco dos oito senadores do PP, expressa confiança na integridade de Toffoli.
- Assinaram a nota Tereza Cristina, Dr. Hiran, Esperidião Amin, Luis Carlos Heinze e Margareth Buzetti; Daniella Ribeiro, Laércio Oliveira e Ciro Nogueira não assinaram.
- A posição divulgada pela federação ocorreu após diálogos vazados no STF relacionados ao caso Master, que resultou na saída de Toffoli da relatoria das investigações da Polícia Federal.
- A deputada Tereza Cristina disse que houve um suposto racha no PP após a divulgação da defesa a Toffoli pela liderança da federação.
Três parlamentares do PP indicaram que há um racha na sigla após a divulgação de uma nota de solidariedade ao ministro do STF Dias Toffoli, em meio ao caso Master. A nota foi divulgada pela Federação União Progressista, ligada ao PP e ao União Brasil.
A sigla informou que a posição divulgada não foi debatida previamente com a bancada no Senado e que não expressa o consenso do partido. Assinaram a nota cinco dos oito senadores da bancada: Tereza Cristina, Dr. Hiran, Esperidião Amin, Luis Carlos Heinze e Margareth Buzetti.
Daniella Ribeiro e Laércio Oliveira, ambos da bancada nordestina, não assinaram o documento, que também não contou com a assinatura de Ciro Nogueira, líder do PP no Senado. A denúncia indica divergência interna sobre a defesa de Toffoli.
O comunicado da federação afirma que as siglas confiam na integridade do ministro Toffoli e que atacar o magistrado enfraquece o Estado e o sistema democrático. A nota foi divulgada após vazamento de diálogos da reunião no STF.
O episódio ocorre minutos após Toffoli deixar a relatoria das investigações da Polícia Federal ligadas ao caso Master, em meio a relatos sobre pressão política e mudanças na condução do processo.
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