Boniface Mwangi, um ativista do Quênia, foi detido em Dar es Salaam, na Tanzânia, junto com a ativista ugandense Agather Atuhaire, enquanto estavam no país para um julgamento de um líder da oposição. Após três dias, Mwangi foi liberado, logo após o ministério das Relações Exteriores do Quênia exigir sua soltura. Ele foi encontrado em Kwale, onde recebeu cuidados médicos e estava bem. O ministério expressou preocupação com a saúde de Mwangi e pediu acesso consular, já que não conseguiu informações sobre ele durante a detenção. A detenção de Mwangi ocorreu em um contexto de crescente repressão a opositores na Tanzânia, especialmente antes das eleições.
Boniface Mwangi, ativista queniano, foi libertado após três dias de detenção em Dar es Salaam, Tanzânia. Sua prisão ocorreu enquanto ele e a ativista ugandense Agather Atuhaire estavam no país para acompanhar o julgamento do líder da oposição Tundu Lissu, acusado de traição. A detenção foi realizada por supostos oficiais militares, e as circunstâncias de sua prisão permaneceram desconhecidas por um período.
A liberação de Mwangi aconteceu logo após o ministério das Relações Exteriores do Quênia exigir sua soltura. O oficial do ministério, Korir Sing’oei, confirmou que Mwangi já estava de volta ao Quênia. Ele foi encontrado em Kwale, onde recebeu cuidados médicos e estava em bom estado de saúde. A esposa de Mwangi expressou preocupação durante sua detenção, afirmando que não tinha notícias dele desde a prisão.
As autoridades tanzanianas não se pronunciaram sobre a detenção e deportação de Mwangi. Na segunda-feira, a presidente da Tanzânia, Samia Suluhu Hassan, alertou que não permitiria que ativistas de países vizinhos interferissem nos assuntos internos da Tanzânia. O ministério das Relações Exteriores do Quênia havia solicitado acesso consular ao ativista, mas foi negado, o que gerou preocupações sobre seu bem-estar.
Após sua liberação, o ativista foi recebido pela Comissão Nacional de Direitos Humanos do Quênia, que planejou levá-lo a Nairobi para mais assistência médica. A situação de Mwangi ocorre em um contexto de crescente repressão a opositores na Tanzânia, especialmente com as eleições se aproximando.
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