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Nicole Silveira bate recorde brasileiro no skeleton entre as melhores

Nicole Silveira faz o melhor resultado brasileiro no skeleton, em 11º lugar, enquanto o Brasil mira revelar jovens talentos para os próximos ciclos.

A brasileira Nicole Silveira compete no skeleton nos Jogos Olímpicos de Inverno Milao-Cortina 2026 Foto: Gabriel Heusi/COB
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  • Nicole Silveira ficou em 11º lugar no skeleton nos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026, seu melhor resultado olímpico.
  • Ela supera o 13º lugar de Pequim 2022 e destaca que o nível de competitividade está alto.
  • Com 11º lugar, é a segunda melhor marca feminina brasileira na história das Olimpíadas de inverno, atrás apenas de Isabel Clark (9º em Turim 2006).
  • Aos 30 anos, a atleta aposta em legado e no desenvolvimento de novas gerações para o skeleton.
  • A ideia é identificar jovens de 15 a 17 anos para impulsionar o esporte e ampliar a presença do Brasil no gelo, mirando os Jogos Olímpicos de Inverno da Juventude de 2028.

No sábado, 15 de fevereiro, Nicole Silveira alcançou o melhor resultado olímpico da carreira ao terminar em 11º no skeleton nos Jogos Olímpicos de Inverno Milão-Cortina 2026. A gaúcha disputou a prova em Cortina d’Ampezzo, na Itália, mantendo desempenho estável ao longo das descidas.

O feito coloca Nicole entre as melhores do Brasil na história das edições de inverno, superando o 13º lugar obtido em Pequim 2022. Ela destacou que o nível de competitividade nos quatro anos anteriores foi muito alto e que a posição ajuda a pavimentar novas metas para o esporte.

Desenvolvimento pessoal

Nicole revelou que enfrentou dificuldades na parte superior da pista, considerada a mais técnica, meses antes da competição. Apesar disso, houve melhora nas descidas, o que ajudou a consolidar o desempenho. A atleta ressalta que o seu nível atual a coloca entre as melhores do mundo ao comparar com rivais da mesma fase.

Entre as maiores do Brasil no gelo, Nicole mira nova geração

Ao definir o histórico resultado, Nicole explicou a importância de fortalecer o skeleton brasileiro para as próximas temporadas. Com 30 anos, a atleta não traça metas individuais de longo prazo, mas aponta a necessidade de desenvolver jovens talentos para ampliar a presença brasileira no gelo.

A proposta é identificar jovens de 15 a 17 anos, para integrar o ciclo de ponta e preparar o Brasil para novas edições olímpicas, incluindo os Jogos da Juventude de 2028. O objetivo é criar uma ponte entre a experiência de Nicole e o surgimento de novos atletas na modalidade.

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